<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7041099911006852142</id><updated>2012-02-16T08:40:25.382-08:00</updated><category term='Cassemira Maia Kopycki'/><title type='text'>Psicologia do Trânsito</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://psicologiaetransito.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7041099911006852142/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicologiaetransito.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cassemira Maia kopycki</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13766170412501939074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7041099911006852142.post-560520247734089262</id><published>2008-09-14T07:25:00.000-07:00</published><updated>2008-09-14T07:35:37.926-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cassemira Maia Kopycki'/><title type='text'>O ESTRESSE NO TRÂNSITO</title><content type='html'>O aumento acentuado da frota automobilística nos últimos anos está saturando nossas ruas, avenidas, provocando enormes congestionamentos, tornando o tempo médio de deslocamento entre um ponto e outro de uma grande cidade cada vez maior, principalmente nos horários de pico, que são no início da manhã e final da tarde. &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Segundo as estatísticas realizadas pelo DETRAN / PR ( 2006 ) a frota de veículos só na cidade de Curitiba aumentou 6,21% de 2005 para 2006 e estima-se que neste ano ela chegue a um milhão de veículos, concluindo que para cada dois habitantes um possui veículos.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Com o aumento da frota, causando congestionamentos, maior poluição sonora provocada por motores e buzinas, motoristas imprudentes e pedestres que não respeitam as regras de circulação, espera-se também o aumento de estresse e conseqüentemente o aumento dos índices de acidentes, provocados principalmente por falha humana, fazendo com que o comportamento agressivo de um motorista desencadeie a agressividade do outro, resultando num quadro caótico de motoristas mal-humorados, agredindo-se mutuamente , aumentando mais a violência urbana.&lt;br /&gt;                       &lt;br /&gt;HENNESSY E WIESENTHAL ( 1997, citado por Presa, 2002 ), tem realizado estudos sobre o estresse, mensurando a predisposição ao mesmo e as reações dos motoristas ao passar pela experiência de condições de congestionamento no trânsito e encontraram uma grande variedade de comportamentos direto e indiretos provenientes dos motoristas em situações de grande congestionamentos, enfrentando também comportamento provocativo de outros motoristas ou pedestres, xingamentos, palavrões, ofensas morais, etc. Concluem que o estresse ao volante está se tornando uma síndrome típica em motoristas de grandes centros urbanos que usam o automóvel diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;Para VASCONCELOS ( 1998 ), o trânsito é uma disputa pelo espaço físico , que reflete uma disputa pelo tempo e pelo acesso ao equipamentos urbanos – é uma negociação permanente do espaço, coletivo e conflituoso. E essa negociação, dadas as características de nossa sociedade, não se dá entre pessoas iguais: a disputa pelo espaço tem uma base ideológica e política; dependendo de como as pessoas se vêem na sociedade e de seu acesso real ao poder.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Nessa disputa pelos espaços surgem divergências de idéias, de valores, de cultura. E a negociação que deve ocorrer no trânsito nem sempre acontece. Os condutores ficam então, nervosos, ansiosos e estressados, traçando um caminho para a luta e a agressividade no trânsito.&lt;br /&gt;                       &lt;br /&gt;De acordo com STORR ( 1970 ), não pode haver dúvida de que o homem também é um animal territorial. Mesmo em circunstâncias tão remotas do primitivo como na civilização ocidental contemporânea, a área rural é demarcada por cercas e tapume de varas ou ripas, muitas das quais exibem avisos dizendo que os “Invasores serão processados”; e o ingresso em nossas casas de pessoas não-autorizadas é tão ressentido quanto a perda de qualquer propriedade que elas possam esconder. A presença de um estranho no jardim geralmente é considerada como uma ameaça ou, pelo menos, como uma circunstância que exige investigação.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Como os outros animais, o homem também reage com maldade à superaglomeração. Embora, na civilização adiantada, o amontoamento de gente nas cidades não leve, forçosamente, à escassez de alimento, talvez existam traços de agressividade que outrora serviam para espaçar tanto os indivíduos como grupos de homens. Aqueles dentre nós que vivem em cidades aprendem a se acomodar, em certo grau, ao tipo de congestionamento que parece ser uma conseqüência inevitável da urbanização; as quanto mais amontoados ficamos, maior a facilidade com que tendemos ao ressentimento mútuo, favorecendo ao descontrole do impulso agressivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade também que algumas pessoas se alteram com maior facilidade quando estão na direção de um veículo, muitas vezes elas nem   estão totalmente conscientes dos fatores que estão gerando o seu estresse. Também é importante destacar que nem todo o tipo de estresse tem de ser necessariamente negativo para a condução, já que este pode ajudar, em alguns momentos, no estado de alerta e reação que se necessita para o manejo dos veículos ou para evitar um acidente. O estresse não é mais que uma resposta adaptativa do organismo a situações em que seja necessária uma tomada de decisão. Geralmente esta decisão envolve respostas vigorosas, rápidas e que tem por finalidade o retorno ao equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cortisol é o hormônio do estresse e seus níveis aumentam e diminuem ao longo do dia, apresentando um pico pela manhã. Este hormônio tem um papel preponderante na regulação do metabolismo, da pressão arterial, da função cardiovascular e da atividade imunológica. O cortisol ajuda o organismo a responder ao estresse, mobilizando-o para uma atividade intensa. Quando produzido em níveis excessivos, em conseqüência do estresse crônico, sobrecarrega o sistema cardiovascular, o cérebro, o metabolismo e as demais funções corporais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motorista deve   ficar alerta para o estresse crônico, o estresse de longo prazo ( os negativos; conseqüência de situações consideradas altamente estressantes, como por exemplo : a morte de um ser querido, mudança de emprego, divórcio, etc. ). Estes são geralmente geradores de maiores níveis de hostilidade e de comportamentos competitivos, manifestações de agressividade direta em relação a outros condutores aumentando a predisposição para uma condução imprudente , com tendência à tomada de decisões mais perigosas do que a habitual ou com menor valoração e percepção de risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os especialistas em Medicina de Tráfego ( ABRAMET 2002 ), o organismo tende a reagir ao estresse através de quatro estágios : alerta, resistência, exaustão e falência, causando sérias conseqüências físicas e emocionais. O organismo pode diante de uma situação estressante reagir “enviando mensagens” , de tensão muscular nos braços e cintura escapular, sensação de aperto no estômago, taquicardia, rubor facial, insônia, cefaléia, lombalgia, etc.&lt;br /&gt;Assim ,caracterizando a fase de exaustão, e como não é possível modificar o trânsito, temos que aprender a conviver com situações estressantes durante a nossa vida, então, os especialistas em Medicina de Tráfego passam algumas recomendações para diminuir o estresse no trânsito :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Saia com antecedência de casa;&lt;br /&gt;- Procure caminhos alternativos, evitando grandes avenidas, de trânsito intenso;&lt;br /&gt;- Quando tiver discussão, no trabalho ou em casa, evite sair de casa;&lt;br /&gt;- Procure ouvir música calma e relaxante, em volume condizente, confortável, não ouça o noticiário do rádio. Começar o dia bombardeado por notícias deprimentes sobre corrupção e desvios de verbas é meio caminho andado para piorar seu estado de espírito.&lt;br /&gt;- Deixe o ar condicionado ligado, mesmo com a janela um pouco aberta;&lt;br /&gt;- Conte até dez antes de responder a insultos e fazer gestos obscenos, não descarregue sua ira nos outros. Procure ser mais tolerante com as barbeiragens dos outros motoristas, evite revidar, fechadas, xingar , respeite os pedestres, eles estão desprotegidos em relação a você.&lt;br /&gt;- Faça exercício respiratórios, inspirando e expirando lentamente, “sinta o ar entrar e seus pulmões”;&lt;br /&gt;- Aproveite o trânsito parado para planejar seu fim de semana ou férias;&lt;br /&gt;- Evite manter o pé fixo na embreagem e faça exercícios com os pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procure ser solidário no trânsito.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Cassemira de F. da Maia Kopycki&lt;br /&gt;Psicóloga Perita  em Trânsito&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABRAMET – Associação Brasileira de Medicina de Tráfego. Medicina de tráfego : 101 perguntas e resposta. 1.ed. São Paulo, 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRESA, Luís Alberto Passos. Mensuração da raiva em motoristas: STAXI, São Paulo: Vetor, 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;STORR, Anthony. A agressão humana. Tradução de Edmond Jorge. Zahar editores, Rio de Janeiro, 1970.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VASCONCELOS, E. O que é trânsito? 3.ed. Coleção Primeiros Passos. São Paulo: Brasiliense, 1998.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7041099911006852142-560520247734089262?l=psicologiaetransito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicologiaetransito.blogspot.com/feeds/560520247734089262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7041099911006852142&amp;postID=560520247734089262' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7041099911006852142/posts/default/560520247734089262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7041099911006852142/posts/default/560520247734089262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicologiaetransito.blogspot.com/2008/09/o-estresse-no-trnsito.html' title='O ESTRESSE NO TRÂNSITO'/><author><name>Cassemira Maia kopycki</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13766170412501939074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7041099911006852142.post-6726689324460878446</id><published>2008-09-14T07:18:00.000-07:00</published><updated>2008-09-14T07:22:51.860-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cassemira Maia Kopycki'/><title type='text'>SAÚDE MENTAL E TRÂNSITO</title><content type='html'>Pesquisas realizadas afirmam que os transtornos mentais causam pouco mais de 1% das mortes e são responsáveis por mais de 12% das incapacitações por doenças em geral e este número cresce para 25% em paises desenvolvidos. As pesquisas revelam também , que das 10 principais causas das incapacitações 5 são transtornos psiquiátricos, sendo a depressão responsável por 13%, o alcoolismo por 7,1 %, o transtorno obsessivo – compulsivo por 2,8 % , a esquizofrenia 4% e o transtorno bipolar por 3,3% ( LOUREIRO, 2000 ).&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;Um indivíduo com transtorno mental geralmente apresenta alterações nas suas habilidades, que podem interferir no ato de dirigir, aumentando a sua probabilidade em se envolver em acidentes de trânsito.&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;Segundo PAIM ( 1986 ) a atenção dos indivíduos é uma das habilidades que experimenta alterações em todos os transtornos mentais. Nos estados hipomaníacos o sujeito consegue manter sua atenção em cada objeto por apenas um breve espaço de tempo; na depressão há lentidão e dificuldade de concentrar a atenção e nas neuroses habitualmente, há exaustão da atenção e distraibilidade.&lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;Mesmo sob tratamento medicamentoso o indivíduo com transtorno mental sofre alterações nas habilidades para conduzir veículos , pois os medicamentos muitas vezes, apresentam efeitos colaterais perigosos para o ato de dirigir, como por exemplo: sonolência, dificuldades de concentração, longos tempos de reação, irritabilidade , ansiedade, perturbações esporádicas da memória. Por está razão é de extrema importância que o paciente com transtorno mental e as pessoas responsáveis por este paciente  busque o acompanhamento de um médico qualificado a fim de observar, monitorizar de perto o surgimento dos efeitos colaterais  e fazer os ajustes para que os efeitos adversos sejam instituídos logo que possível.&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;Na avaliação psicológica para obtenção da permissão para dirigir , existe um consenso nas opiniões de profissionais e pesquisadores da área, sobre a necessidade de se investigar as características de personalidade do motorista acidentógeno, através de instrumentos psicológicos padronizados ( testes ) , procurando detectar os transtornos e sua propensão a acidentes.Quanto mais informação se tem sobre o motorista, como o conhecimento de traços de personalidade, mais possibilidades se terá de tomar providências para prevenir o alto índice de acidentes de trânsito.&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;Podemos observar uma carência de estudos e pesquisas, que aborde a questão das  conseqüências que  um indivíduo com  transtornos mentais pode trazer para o  trânsito. O artigo, “Transtorno de personalidade e propensão a acidentes  de tráfego”, publicado pela Associação Brasileira de Acidentes e Medicina de Tráfego                     ( ABRAMET, 1999 ), junto com  alguns exemplos de comportamento citado por BARLOW (1999),  abordam e fornecem uma visão voltada para o assunto.&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;Vamos a eles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Personalidade Ansiosa ( Esquiva ) : situações agorafóbicas típicas incluem viajar de carro. A agorafobia leve é exemplificada pela pessoa que hesita em dirigir sozinha por longos percursos, mas consegue dirigir, por exemplo, ao trabalho. A agorafobia moderada é demonstrada pela pessoa que dirige dentro de um raio de pouco mais de 8 quilômetros de casa, mas somente acompanhada. O indivíduo pode ter medo de ficar tão ansioso enquanto está dirigindo e, nessa ocasião, de perder o controle da direção, sair da estrada e morrer, pois os sintomas de inquietação ou sensação de estar com os nervos à flor da pele, a dificuldade em concentrar-se ou sensações de “branco” na mente, irritabilidade, podem afetar o ato de dirigir , levando-o a propensão de acidentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Transtorno de Personalidade Obsessivo-compulsivo: pode ser o que provoca menor comprometimento, já que o perfeccionismo, atenção a detalhes e perseverança, podem ser traços bastante desejáveis, principalmente na esfera profissional; mas no trânsito estas pessoas são as vítimas naturais dos causadores de acidentes. Escrupulosas e cautelosas, seguem a lei rigorosamente, prejudicando e atrapalhando os apressados, “furadores de fila”, velocistas e imprudentes de modo geral. Podem estar à frente de engavetamentos e em meio a colisões em semáforos ( já pára no amarelo... ), neblinas e  em situações de fluxo alto e rápido, grandes marginais, por exemplo. Muitos obsessivo-compulsivos tem medo de que algo terrível aconteça, se eles não conseguirem executar seus rituais. Alguns temem em matar alguém enquanto dirigem, levando-o muitas vezes a frear repentinamente enquanto dirigem, por medo de ter atropelado um pedestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Personalidade Dissocial: anti-sociais  e egoístas, não hesitam em tirar ou levar vantagens sobre quem quer que seja. Interessados em alguém ou alguma coisa, não medem as conseqüências para obter o que lhes interessam. Em “ação”, não respeitam sinalização, locais de estacionamento, semáforos, conversões proibidas, pedestres. O acidente típico é a fuga desastrada quando perseguidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Transtorno da Personalidade com Instabilidade Emocional: tendem a ser impulsivos, violentos e imprevisíveis, dirigem conforme o momento emocional. Distraídos, calculam mal as distâncias e obstáculos; abusam dos veículos e pedestres. São pessoas perigosas no trânsito, porque súbita e abruptamente, fazem manobras arriscadas em velocidade impróprias e provocam pequenas e grandes colisões. Abusam, muitas vezes, de substâncias, sob a influência de álcool ou drogas conduzem de forma imprudentes , adotando muitas vezes um comportamento auto-destrutivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Personalidade Histriônica: apresentam baixos limiares de tolerância à tensão e à frustração. Sob pressão excessiva ( como no trânsito ) perdem o autocontrole, a coordenação motora e a orientação tempo-espacial. Como freqüentemente expressão a emoção com exageros inadequados, podem expressar sua raiva como fúria intensa, levando a situações de riscos, como aquelas em que o motorista, acompanhante, passageiro ou pedestre brigam entre si, dentro e fora dos veículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRESA ( 2002 ) diz que não podemos aconselhar que todos os motoristas devam fazer psicoterapia, porém devemos alertar que a saúde mental do motorista deve ser cuidada no sentido de auto-conhecimento  acerca de seus sentimentos de irritação, raiva, fúria, etc., diminuindo assim os elevados números de mortos e feridos no trânsito.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;A formação de pesquisadores nas universidades é um dos caminhos mais rápido para a evolução e geração de conhecimento e prevenção dessa epidemia de acidentes no trânsito ; quando detectados estes indivíduos, antes da autorização para dirigir ou depois , deveriam ser  encaminhados  para uma orientação, para algum atendimento ( grupos de reeducação, acompanhamentos psicológicos ou outras alternativas criadas pelo órgão responsável em parceria com Universidades ). Isto, seria de grande importância para diminuição dos  problemas de violência no trânsito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·         Psicóloga Perita em Trânsito – PUC/PR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cassemira Maia Kopycki&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7041099911006852142-6726689324460878446?l=psicologiaetransito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicologiaetransito.blogspot.com/feeds/6726689324460878446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7041099911006852142&amp;postID=6726689324460878446' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7041099911006852142/posts/default/6726689324460878446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7041099911006852142/posts/default/6726689324460878446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicologiaetransito.blogspot.com/2008/09/sade-mental-e-trnsito.html' title='SAÚDE MENTAL E TRÂNSITO'/><author><name>Cassemira Maia kopycki</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13766170412501939074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
